domingo, 29 de setembro de 2013

Sequência Didática

Tema: Vida e Ambiente

Subtema: O ambiente natural e o ambiente construído

Introdução

            A ação antrópica produz impactos negativos sobre os ambientes naturais. O progresso é necessário, mas também são necessárias ações que minimizem os impactos nos ecossistemas, visando o desenvolvimento com sustentabilidade. Ações fundamentadas na educação ambiental, de modo geral, são bem eficazes. E a educação ambiental deve se iniciar no Ensino Fundamental.
Na presente situação de aprendizagem o objetivo é sensibilizar os alunos do 6º ano do E.F. para que os mesmos percebam as diferenças entre um ambiente natural e um ambiente construído e entendam as interações entre os seres vivos como parte do equilíbrio ecológico.
           
Ano: 6º

Aulas: 3 a 4

Habilidades:

-          Construir e aplicar o conceito de que os seres vivos estão relacionados aos ambientes em que são encontrados
-           Identificar, em ambientes (ou em textos descritivos de ambientes), elementos essenciais à manutenção da vida dos organismos que neles se desenvolvem
-           Reconhecer, em textos ou figuras, os seres vivos e os fatores não vivos de um determinado ambiente.

Avaliação: participação dos alunos, bem como suas produções durante as atividades propostas.


Propostas de recuperação: Os alunos que necessitarem recuperar conteúdos farão uma breve pesquisa sobre ecossistemas e produzirão um desenho expressando o que aprenderam.


Etapa 1: Sensibilização/Sondagem


Identifique os seres vivos: 
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Etapa 2: Problematização
Texto descritivo/informativo


ECOSSISTEMA

         Ecossistema é o conjunto de seres vivos e do meio ambiente em que eles vivem, e todas as interações desses organismos com o meio e entre si. São exemplos de ecossistema uma floresta, um rio, um lago ou um jardim. A própria camada ao redor da Terra onde vivem todos os organismos vivos, chamada de biosfera, é considerada por alguns cientistas um único e enorme ecossistema.
Os ecossistemas apresentam dois componentes básicos: as comunidades vivas (biótico) e os elementos físicos e químicos do meio (abiótico). A parte biótica é formada por plantas, animais e microrganismos. A porção abiótica é o conjunto de nutrientes, água, ar, gases, energia e substâncias orgânicas e inorgânicas do meio ambiente. Os ecossistemas são subdivididos em pequenas unidades bióticas, conhecidas como comunidades biológicas. São compostas de duas ou mais populações de espécies interdependentes, como, por exemplo, o conjunto da flora e fauna de um lago. As grandes comunidades biológicas do planeta, como a floresta Amazônica e a tundra ártica, são também chamadas de biomas.


Etapa 3: figura contrastando ambiente natural X ambiente construído

Apontar diferenças: 
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Etapa 4: Mapa conceitual (conclusão)




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Leitura nas aulas de Ciências: Contribuir para o desenvolvimento da competência leitora e escrita através da comunicação científica nas aulas de ciências. O desenvolvimento da .competência leitora é fundamental. Só se aprende a ler lendo!.Sandra Juliani Fabbri

Leitura é Importante

Com a leitura aprendemos a nos comunicar e desenvolvemos o pensamento: criamos bases para formular críticas, aumentamos o nosso nível de interpretação, resolvemos mais facilmente problemas que necessitam de lógica... Ou seja, a leitura nos transforma em cidadãos mais conscientes, pois nos deixa intelectualmente capazes de construir nossa própria opinião, o que é direito e dever do cidadão brasileiro. E, com cidadãos conscientes e capazes, conseguiremos transformar o país em um lugar melhor para viver.
Fonte https://sites.google.com/site/leituraereleitura/leitura-e-importante retirado em 19/09/2013 23:53

LER

"Ler é sonhar pela mão de outrem. Ler mal e por alto é libertarmo-nos da mão que nos conduz. A superficialidade na erudição é o melhor modo de ler bem e ser profundo."
Fonte - Livro do Desassossego

Autor - Pessoa , Fernando

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Depoimentos sobre leitura e escrita apresentados pelos autores

Apresentamos abaixo os depoimentos sobre experiência pessoal com leitura e escrita dos autores desse blog:


Elaine Claudio Gonçalves Pereira

Lendo as publicações dos colegas, lembranças maravilhosas começaram a surgir, sempre gostei muito de ler, via meu irmão mais velho com seus cadernos e livros e ficava imaginando quando seria a minha vez. Minha mãe teve que ir conversar na escola para saber se tinha como eu estudar (antigo pré) porque eu chorava que queria aprender, queria ir pra escola, mas só tinha 5 anos, conclusão fiz a pré-escola duas vezes e muito feliz. Fui a oradora da classe, gostava muito de ler e ouvir histórias.
É muito importante que esse habito comece cedo, meu filho de 1 ano e 3 meses já tem seus livros, muito coloridos e com sons, ele adora.




Fernanda Roseiro Perez Bueno

Bom, esse assunto é muito interessante, pois nos faz acalmar a alma diante de tantas tarefas e nos faz voltarmos em nossas infâncias. Meu contato com livros foi desde meus 6 a 7 anos, pois meu pai tinha uma papelaria e eu vivia lá, 'trabalhando', e eu me lembro de que as escolas pediam para ele fazer os pedidos dos livros didáticos, pois eu morava em uma cidade pequena e era assim que funcionava, então eu adorava ficar folheando os livros, gostava de ver as gravuras, os letreiros, parecia que o mundo se abria em meus olhos. 
Quando fui alfabetizada ,realmente me tornei a leitora porque queria ler todos os tipos de livros; mas o que me marcou muito foi o da série vagalume Zezinho o dono da porquinha preta.
Obrigada pelas lembranças, parece que voltei no tempo.



Kelen Regina Egea do Carmo.

Meu processo de alfabetização não foi fácil. Minha primeira experiência escrita então nem se fala. Na escola eu realizava minhas atividades com muita facilidade, mas em casa não era bem assim. Sou canhota, mas minha mãe não aceitava isso, ela achava que ninguém na família era canhoto, porque eu seria, enxergava que ser canhoto não era coisa de Deus. Imaginem.
Então sofri muito, em casa eu escrevia com a mão direita e na escola com a mão esquerda. Até que minha mãe resolveu procurar minha professora para pedir que não incentivasse que eu usasse a mão esquerda para escrever. Felizmente minha professora na época conversou e esclareceu as superstições que minha mãe tinha e finalmente eu pude declara canhota.
Já para a leitura não tive problemas e adorava ler, fiz na época uma carteirinha da biblioteca do Centro Comunitário do Bairro, que eu frequentava todos os dias. Meu primeiro livro não lembro o nome, mas era uma história de ursos que voavam em um balão. Esse livro me marcou muito, apesar do nome fugir agora de minha memória. Tornei-me uma criança criativa e hoje sou canhota e tenho todas as dificuldades que um canhoto tem para realizar as atividades mais simples em casa, mas sou feliz.




Sandra Regina Juliani Fabbri

Morei em uma cidade pequena, que hoje já não é tão pequena assim, Mirassol, fui alfabetizada na Escola Estadual Anísio José Moreira, Sempre gostei de ler e tive oportunidade de ler bons livros, por que na época este colégio era o melhor. Até hoje leio muito, pois participo do movimento da Igreja Menino Jesus de Praga, faço parte do Grupo de Oração, então temos que estar atualizada com os assuntos relacionados com a vida religiosa. Estou lendo as 10 questões sobre o casamento, Paciência , O poder da Oração e A felicidade está em Deus. Também leio a revista Veja, Isto é, para inteirar sobre os assuntos do dia-dia, para poder passar para meus alunos. Tiro xerox de algum assunto quando acho interessante para os alunos. dessa forma eles acabam lendo, escrevendo os tópicos mais importantes e ficam também atualizados.



Vanderlei Antonio Pelai

Vou socializar com os colegas um pouco de minha história com a leitura e a escrita. Estudei o ciclo I do Ensino Fundamental em escolas da zona rural, no município de Cedral. No 1º ano ganhei da professora um livro com ilustrações e algumas escritas (não me lembro do nome do livro). Li várias vezes e achei muito interessante. Nessa época começava a escrever pequenos textos, tomando assim gosto pela leitura e escrita. Comecei então a ler gibis (Tio Patinhas, Pato Donald, Turma da Mônica) e gosto deles até hoje.
Na 8ª série li o livro “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, do qual a professora aplicou uma avaliação oral. A partir daí passei a ler muitos outros livros, independentemente da indicação da professora de Língua Portuguesa. Li Machado de Assis, Érico Veríssimo (como gostei do “Olhai os lírios do campo”!), José de Alencar, José Lins do Rego e muitos outros (houve também a fase de livros de autoajuda).
Trabalhava em um pequeno “armazém” e enquanto esperava os “fregueses” lia tudo que estava disponível. Se não tinha um livro ou uma revista, lia jornal “velho”. Eu retirava da biblioteca da escola livros para um senhor muito amigo, Luís de Souza Lima (Juiz de Casamento na época) que gostava muito de ler. Com isso eu acabava lendo também os mesmos livros e ele cada vez mais me incentivava a ler.

Com a leitura frequente passei a gostar de fazer redações no ensino médio e a leitura e a escrita sempre me acompanharam. Leio com frequência jornal “Folha de São Paulo”, revistas como “Nova escola”, “Superinteressante”. Pena que com 55 aulas semanais não seja possível ler mais...

BOAS VINDAS!

Esse blog tem o propósito de servir como canal de comunicação entre professores de ciências. Nele serão publicados depoimentos, ideias, sugestões e práticas pedagógicas com o intuito de melhorar a comunicação entre os diversos professores, sendo resultado de uma construção coletiva e colaborativa e aberto a todos.
Esse espaço faz parte de um programa de formação à distância de educadores (MGME-Ciências), cujos objetivos são: subsidiar os formadores com estratégias que promovam o fortalecimento da gestão pedagógica, articulando os conteúdos das diferentes áreas e o aprimoramento das competências leitora e escritora dos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental; propiciar a reflexão e a socialização de práticas que possam fortalecer a equipe escolar, de modo a promover a melhoria da qualidade da educação; possibilitar a reflexão e a discussão sobre práticas metodológicas desenvolvidas em sala de aula, relacionando competências e habilidades da prática docente com os conhecimentos científicos e técnicos básicos para o professor de Ciências.

Se você vivencia a educação e ama as Ciências da Natureza, visite sempre esse espaço. Contribua para o desenvolvimento e o aprimoramento desse blog.